Lightyear – Crítica | A importância do tempo

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Foto: Disney/Pixar. All Rights Reserved.

Falando sobre erros e recomeços, “Lightyear” é um filme stand-alone bem-vindo à saga Toy Story


O enunciado que abre Lightyear é uma grande sacada da Disney/Pixar, ao mesmo tempo em que o livra de possíveis erros. Não obstante, erros são um tema recorrente no longa de Angus MacLane (Procurando Dory), que discute o papel do tempo nas assertivas, tentativas e falhas da vida.

O diretor claramente se inspira em longas como Star Wars, Tropas Estelares, filmes de ficção científica no geral e até em Top Gun, para contar uma história que não tem muitas novidades em sua trama, mas que se torna envolvente devido aos seus cativantes personagens.

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Foto: Disney/Pixar. All Rights Reserved.

Qual a trama de Lightyear?

“Lightyear”é uma aventura de ficção científica que acompanha o lendário patrulheiro espacial, Buzz Lightyear (Chris Evans), após ser abandonado em um planeta hostil a 4,2 milhões de anos-luz da Terra ao lado de sua comandante Izzy Hawthorne (Uzo Aduba) e sua equipe.

Enquanto Buzz tenta encontrar um caminho de volta para casa através do espaço e tempo, um grupo de recrutas ambiciosos e o encantador gato-robô de companhia, Sox, se juntam ao herói. Para complicar a situação, Zurg, uma presença imponente, e seu exército de robôs impiedosos, chegam ao planeta com um compromisso misterioso.

O que achamos do filme?

As inspirações nos filmes citados anteriormente não são rasas ou puro achismo. Uma cena de ação grandiosa nos situa em Lightyear e já apresenta o desafio que eles irão enfrentar, a medida que a solução vai sendo mostrada com singelos toques do enredo de Perdido em Marte.

É até difícil falar da produção sem entregar sua narrativa ágil, que assim como Buzz não abandona a missão em nenhum momento. Conhecemos aquele mesmo personagem chato e obcecado, só que agora bem mais humanizado do que antes, duvidando de si mesmo a todo momento.

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Foto: Disney/Pixar. All Rights Reserved.

A dublagem de Marcos Mion (que atraiu haters furiosos desde seu anúncio), surpreende pela qualidade absurda. Bem dirigido, o ator e apresentador atua muito bem nos momentos mais físicos e também nos emocionantes. Falando em mudanças repentinas é bom o espectador ir preparado, pois Lightyear reserva reviravoltas e segredos muito bem construídos.

Sendo uma história autossuficiente, o longa não apela para a nostalgia forçada igual o novo Jurassic World faz, apenas preocupa-se em render momentos engraçados para os pequenos e de reflexão para os adultos.


Lightyear estreia no dia 16 de junho nos cinemas brasileiros

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