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Odisseia na CCXP: Painéis Disney e Pixar

9 de dezembro de 2015 - 14:00 - Flávio Pizzol

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Você pode ter certeza que esses dois painéis estavam na lista dos mais esperados da feira, mas ao contrário de muito outros não apresentaram tantas novidades. Mas calma que eu não disse que eles não foram divertidos ou recompensantes.

Logicamente esse painel começou com a incrível pré-estréia de O Bom Dinossauro, mas eu não vou me estender muito porque a critica  completa está na lista de textos que ainda serão escritos. Logo depois de uma exibição muito aplaudida que apresentou o selo Pixar de qualidade, o diretor do filme, Peter Sohn, subiu ao palco para fazer uma apresentação similar a realizada por Steve Martino no dia anterior e mostrar tudo o que poderia ser importante e divertido dentro da produção do longa.

Foi um momento muito legal que pode funcionar quase como uma aula de cinema, mas ficou faltando o peso das novidades e de uma presença mais consagrada, que no ano passado ficou por conta de Jim Morris, o presidente da Pixar em pessoa. Acredito que todos ali queriam algumas pistas sobre Procurando Dory e Os Incríveis 2 e por isso podem ter saído um pouco decepcionados.

Depois foi a vez da Disney ficar sozinha para fazer a divulgação de seu novo filme, Zootopia. Novamente, tudo começou com os diretores (dessa vez em vídeo) falando sobre o processo de produção para logo depois chamarem Rodrigo Lombardi ao palco. Ele é o dublador brasileiro de um dos protagonistas e fez seu papel de nerd, levando o público à loucura a cada vez que falava que gostaria de interpretar um Vingador nos cinemas.

Como sua parceira, Mônica Iozzi, ficou doente e não pode ir, o destaque do painel ficou por conta de outras duas coisas: uma cena exclusiva e um convidado surpresa. A primeira coisa encheu o auditório de risadas quando mostrou a versão completa da cena com as preguiças no Detran, enquanto o convidado, o apresentador Ricardo Boechat, apareceu para contar que dublou um personagem exclusivo da versão brasileira e dominou o painel com seus dotes de entrevistador.

Não foram os painéis mais movimentados ou exclusivos, se excluirmos o filme em si, mas foram dois momentos marcados pelo carisma de quem subia ao palco e pela resposta sempre surpreendente e calorosa do público, independente de quem já tinha enfrentado mais de quatro horas de fila.