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Especial BGS 2017: 5º e Último Dia

Jogamos Dragon Ball FighterZ e Fifa 18. Dançamos Just Dance 18, vimos Haikass e nos apaixonamos por uma cosplayer.

16 de outubro de 2017 - 23:07 - Tiago Soares

O último dia da BGS 2017 foi agitado e não condizia com o clima frio de São Paulo, que fez calor nos 4 dias anteriores. Era o último dia pra testar os novos jogos e as filas estavam bem maiores. Além disso as lojas estavam oferecendo ótimos descontos, com camisetas oficiais saindo por muito barato, sem contar os combos de camiseta + camiseta ou camiseta + boné que saiam por R$ 50,00, além é claro dos jogos que ganhavam de 10 a 20% de desconto.

Fora isso, teve flash mob no Just Dance (é incrível como a galera se entrega), funk tocando na BGS e um pocket show animal do Haikaiss na Arena Warner.

 

Dragon Ball FighterZ

O novo jogo da franquia da Bandai Namco e da Arc System Work só será lançado em 2018, mas já jogamos Dragon Ball FighterZ e já podemos afirmar que será um dos melhores games de luta pra quem é fã da saga. Apesar da modelagem em 3D, o jogo tem gráficos excelentes que lembram bastante o anime. Você escolhe entre 11 personagens – os heróis: Goku, Kuririn, Vegeta, Gohan, Trunks e Piccolo e os “vilões”: Freeza, Andróide Nº 18 (que tem como arma secreta o Androide Nº 17), Androide Nº 16, Cell e Majin Boo. Cinco Arenas: West City, World Tournament Arena, Plante Namek, Cell Games Arena e a que eu joguei Rocky Field.

Na versão jogada, você escolhe 3 personagens. Eu fui de Vegeta, Nº 18 e Gohan, mas na versão final você pode escolher 2 contra 2, 1 contra 1, o modo online e o modo história. O último vai ser uma história totalmente inédita que não será tirada do anime e nem do mangá, com novos personagens – aliás – a única revelada até agora foi a Androide Nº 21.

Meu adversário foi de Goku, Piccolo e Trunks e apesar de perder a partida, achei o jogo muito rápido e fluído, assim como as lutas do anime Dragon Ball Z.  As batalhas não se limitam apenas o chão, e você pode arremessar o adversário pelos ares, fazendo com que o jogo tenha ótimas batalhas aéreas, deixando o cenário completamente destruído, além é claro do efeito nostalgia, o jogo é muito bonito.

Com lançamento programado para fevereiro – o jogo será disponibilizado para PlayStation 4, Xbox One e PC e infelizmente não terá uma versão dublada, fato já justificado pela Bandai que diz que a agenda dos desenvolvedores e dubladores não bateram. Mesmo assim o jogo terá legendas em português.

 

Fifa 18

Neste eu senti mais o peso da camisa (haha), porque não jogava algum game da franquia desde o Fifa 14, ficando apenas com seu concorrente, o PES. Posso dizer que gostei demais do que vi, a qualidade dos gráficos melhorou muito e o game deixou de ser apenas o “melhor simulador de jogos da atualidade”, mas bastante fiel também. O jogo parece mais rápido (não num nível super poderes do PS2), mas muito mais fluído, além de uma facilidade nas cobranças de falta (perdi um pênalti com Gabriel Jesus, mas isso não vem ao caso).

O que se via muito era o PSG entre os times escolhidos. Das 10 máquinas de Fifa 18 no stand da PlayStation, pelo menos 8 tinham o time do menino Neymar. O segundo era o Manchester City de Gabriel Jesus, time com qual fui. Joguei 3 partidas seguintes contra o PSG e perdi as 3 pelo mesmo placar 2×1. Antes a minha dificuldade era de atacar, construir boas jogadas, mas agora é defender – dificuldade também sentida pelo meu adversário Lucas – que disse que essa é a maior diferença para o jogo anterior.

Fifa 18 é ótimo e exercita o pensamento antecipado, já que é muito fácil perder a bola, mais por sua culpa, do que por mérito do adversário. Os goleiros também pegam mais (por isso só levei dois gols) e a reação dos técnicos, comemoração dos jogadores e até avistar o câmera a beira do campo me deu uma sensação de realismo.

 

Cosplay Zone

 

Também foi o último dia das competições de cosplayers na Kinoplex Cosplay Zone e a feira parecia mais recheada de pessoas caracterizadas. Os vencedores levavam um 1 ano de ingressos grátis na rede Kinoplex e foi difícil escolher entre belos cosplayers de Arlequinas (desde Injustice 2 a Esquadrão Suicida), um incrível de Predador, George de IT: A Coisa, um Homem de Ferro showman e a apaixonante Cammy de Street Fighter.


E acabou. Foram 5 dias de muita diversão, cansaço, sorriso, filas, jogos incríveis, experiências VR pela primeira vez e presenças espetaculares (Kojima <3). O saldo é positivo, e a #BGS10 foi a maior de sua história. A maior feira de games da America Latina merecia um evento a sua altura e não apenas em tamanho, mas em qualidade e organização e nisso a Brasil Game Show 2017 não pecou.

Os grandes estúdios, a interação com o público, a presença marcante dos cosplayers e a Área Indie bastante movimentada, serão sem dúvida fatos marcantes dessa 10º edição do evento. E fica o convite a você, para estarmos juntos no ano que vem na BGS 11.


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