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Games

Especial BGS 2017: 1º Dia

12 de outubro de 2017 - 01:14 - Tiago Soares

Eu sou um noob. Sim, iniciarei minhas impressões com esta frase para não ser julgado de antemão por tudo que vou escrever aqui (risos). Brincadeiras à parte, confesso que sou um gamer das antigas, joguei pela primeira vez um Atari, alugava um Nintendinho aos fins de semana e tive um Super Mega Drive. Meu último console foi um Ps3 que vendi há 2 anos atrás e desde então não tocava em nada referente aos games. Infelizmente, jogar não é igual andar de bicicleta e se você se desatualiza de muitas coisas, acaba ficando perdido em certos pontos.

 

Foi assim hoje no primeiro dia da BGS 2017. A última BGS que fui foi em 2014, e muita coisa mudou de lá pra cá. É ótimo estar lá e sentir todo o clima de uma BGS, as novidades em primeira mão, , sem enrolar demais, falarei de alguns bons momentos deste primeiro dia de BGS:

 

 

Cerimônia de Abertura:

Apesar de não ser bem uma cerimônia e parecer mais um encontro inicial, a abertura contou com as presenças de Marcelo Tavares, CEO e fundador da Brasil Game Show, Hideo Kojima, Ed Boon e Phil Spencer que cortaram a fita e abriram as portas do evento. A feira que tem seu primeiro dia reservado a imprensa, estava mais cheia do que de costume, mas era possível transitar bem entre os standes e jogar com tranquilidade graças as pequenas filas, que davam um tempo maior de gameplay a cada participante.

 

Call of Duty WWII

O primeiro jogo que experimentei na BGS 2017 foi Call of Duty: World War 2 e era esse mesmo que queria e o mesmo conseguiu abrir bem esta edição da feira pra mim. Com difícil jogabilidade, ao mesmo tempo em que voltava as origens, com uma um gameplay mais “pé no chão” o novo CoD está maravilhoso e não vejo a hora de jogá-lo no modo campanha (apenas o modo multiplayer estava disponível para apreciação).

 

 

VR

 

Obrigado BGS 2017 por me proporcionar a primeira experiência em realidade virtual, e realmente estava na expectativa de saber como era essa tecnologia. A fila da Playstation VR era uma das mais longas, e jogos como Star Child, Resident Evil 7 e The Inpatient eram os mais concorridos – mas acabei jogando Moss – que apesar de ser um jogo bem simples, que acompanha as aventuras de um ratinho pulando e lutando contra alguns insetos, foi uma experiência bastante prazerosa. Usando todo o cenário, o console e a profundidade, o jogo tem tudo pra encantar as crianças e até os adultos, já que estimula o raciocínio.


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