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Coluna Vertebral #24

29 de janeiro de 2016 - 14:05 - felipehoffmann

Depois de um breve recesso, a Coluna Vertebral está de volta e hoje com alguns filmes que assisti nesse intervalo e que trazem novos ares a suas franquias e gêneros. Chega de papo e vamos para a coluna.

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Star Wars: O despertar da força

Quando apareceu Star Wars na tela do cinema, juro que um arrepio passou pelo meu corpo todo.

Depois de saber tudo o que ia acontecer, O desperta da força além de ser um filme de qualidade, me ganhou pelo fato de ser algo totalmente inesperado. Foi muito bom rever os personagens antigos, Han, Chewie e Luke  e conhecer os novos personagens, Rey, Finn e Poe que apareceram muito bem e já conquistaram os fãs, assim como o vilão Kylo Ren (apesar de achar que ele sem máscara perde um pouco da graça).

Agora só resta esperar pelo próximo episódio da franquia.

Creed: nascido pra lutar

Mais um filme que me emocionou muito durante essas férias, Creed honra o legado de Rocky.

Sou fã da série do Azarão italiano e Creed é um presente. Muito bem feito, bem dirigido (as cenas das lutas são ótimas), a trilha sonora me fez viajar. E as atuações, o que são as atuações, Michael B. Jordan dá vida a Adonis Johnson Creed, filho do lendário Apollo, que larga tudo pra criar o seu próprio nome e não viver do legado do pai e também temos Sylvester Stallone que reencarna Rocky Balboa e apresenta um personagem maduro que emociona o público.

Espero que essa seja só a primeira parte de uma nova série de filmes que, com certeza, eu vou querer assistir.

Reza a lenda

Finalmente algo novo no cenário cinematográfico nacional, é isso que Reza a lenda traz consigo.

Quando eu ouvi que este seria o Mad Max brasileiro, fiquei muito interessado nele, infelizmente ele não me pareceu isso. O filme é um pouco raso no roteiro e tirando Ara (Cauã Reymond) e Tenório (Humberto Martins) os outros personagens não são trabalhados. O filme tem uma trilha sonora intensa e uma fotografia que me agradou.

Apesar de não ter alcançado minhas expectativas, Reza a lenda pode ser a porta de entrada para novos gêneros no cinema brasileiro.